Dilma Vana Rousseff[2][3] (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista,política e presidente eleita do Brasil[4][5], filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi apontada ministra-chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, em junho de 2005, sendo a primeira mulher a ocupar a posição. Dilma candidatou-se à Presidência da República naseleições de 2010,[6][7] cujo resultado do segundo turno, em 31 de outubro, garantiu-lhe o posto de primeira mulher presidente da história do país.[8]
Nascida em família de classe média alta[7] e educada de modo tradicional, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, integrou organizações que defendiam a luta armada contra o regime militar, como o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[7] e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares)[7]. Passou quase três anos presa entre 1970 e1972, primeiramente na Oban (onde passou por sessões de tortura) e depois noDOPS.[2][7]
Reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul, onde, junto a Carlos Araújo, seu companheiro por mais de trinta anos, ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e participou ativamente de diversas campanhas eleitorais. Exerceu o cargo de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre no governo Alceu Collares e, mais tarde, foi secretária estadual de Minas e Energia, tanto no governo de Alceu Collares como no deOlívio Dutra, no meio do qual se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2001.[7]
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do mensalão.
Dilma Rousseff foi incluída entre os 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009, pelaRevista Época.[9]
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